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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

UJS faz ato nesta segunda pelo fim da concessão da Supervia

Nesta segunda-feira (1º de fevereiro), a UJS do Rio de Janeiro fará uma manifestação para denunciar os problemas dos trens urbanos do estado, sob concessão da Supervia. O ato deve contar com a presença de parlamentares, centrais sindicais e trabalhadores do setor.

Para UJS, a gota d’água foi o recente caso em que um trem andou em alta velocidade sem maquinista, que havia saído da cabine para verificar um defeito na composição. Por sorte, o caso terminou sem maiores acidentes.

Entretanto, este não foi um caso isolado, atualmente os passageiros convivem diariamente com os atrasos, trens velhos, portas que não fecham e paradas no meio do trajeto. Em 2007, dois trens colidiram, resultando na morte de oito pessoas e 40 feridos. Esses casos já provocaram revoltas populares, como a que ocorreu na Baixada Fluminense, em outubro de 2009, quando usuários quebraram uma estação por causa do excessivo atraso dos trens.

“O transporte público é um direito e não pode servir ao lucro de grandes empresas nacionais e multinacionais que não se preocupam com o serviço oferecido. O transporte de massa tem que ser um serviço bem estruturado e com preço justo”, diz o informe da UJS-RJ.

O ato acontecerá na Central do Brasil a partir das 18h.Todos lá!!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

UJS: curso debate 2010 e lança o 10º congresso estadual


A UJS do Rio de Janeiro realizou, de 20 a 23, seu curso estadual
de formação, no sítio da Paz, em Magé. O encontro, que reuniu 85 jovens de diversas cidades, debateu o projeto político para 2010 e lançou o congresso estadual e o 15º congresso nacional da entidade, que acontecerá ainda no primeiro semestre, na Bahia.

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O curso começou com uma confraternização pela manhã, no dia 20, para receber as delegações. No mesmo dia, a primeira aula foi realizada pela presidente do PCdoB-RJ, Ana Rocha, que abordou a conjuntura política estadual e nacional.
No dia seguinte, foi a vez do professor da UFRJ, Fernando Amorim, que falou sobre o mundo pós-crise. Mais tarde, o economista Carlos Henrique Tibiriçá (Caíque) falou sobre a construção de um projeto nacional de desenvolvimento para o país. Para fechar o dia, o professor Marcos Costa – secretário de Finanças do PCdoB-RJ – abordou a luta do povo brasileiro e a formação do Brasil. Por fim, a UJS promoveu um grande baile de carnaval.
No dia 22, os jovens debateram o papel da UJS no estado e a luta institucional. A aula foi ministrada pelo coordenador de Juventude da Prefeitura do Rio, Igor Bruno.
No dia 23, a juventude realizou uma plenária estadual, que entre outros pontos fez uma avaliação da participação da UJS no último congresso da UBES. Além disso, o secretário nacional de Comunicação da UJS, Fernando Henrique, falou sobre o próximo congresso nacional da entidade, que deve ocorrer de 17 a 20 de junho.
A plenária também aprovou a entrada do ex-presidente da UBES, Ismael Cardoso, na executiva estadual da UJS-RJ. O momento foi ainda de lançamento do 10º congresso estadual da entidade, que pretende filiar em todo o estado cerca de 30 mil jovens.
Segundo a presidente da UJS-RJ, Monique Lemos de Lima, “esse curso teve como principal objetivo preparar a militância para os desafios de 2010. Estiveram aqui jovens de vários municípios do estado, e essa foi uma grande resposta dada por eles, que agora terão melhores condições de organizar a luta da UJS em cada cidade. A direção estadual também está de parabéns, pois se empenhou na construção deste curso, que apesar das dificuldades termina com grande êxito”.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

UJS –CIDADE DE DEUS ELEGE NOVA DIREÇÃO

Neste penúltimo domingo 17 de janeiro, o núcleo da União da Juventude Socialista da Cidade de Deus elegeu sua nova direção, que terá como principal agenda a construção do Congresso da UJS no meio do ano. Compõe a nova diretoria: Marcos Vinícius Pires, na presidência; Paulo Alves, em finanças e comunicação; Landerson Soares, na organização; Carlos Fernando Almeida, na formação e Yohan Carlos Reis, na cultura.

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A primeira gestão teve como principais realizações: participação da Feira da Saúde do bairro, entrada no site Portal Comunitário, entrada efetiva no Comitê para Desenvolvimento Local da Cidade de Deus e a organização do Open SK-8 CDD, evento de skate e música em dezembro.

“Muito temos a avançar na Cidade de Deus, essa gestão além de coordenar a participação do núcleo no Congresso terá o papel de consolidar a influência da UJS –Cidade de Deus entre os jovens do bairro.”, declarou Viviane de Sales, ex-presidente da UJS –Cidade de Deus, e atual diretora de Movimento Comunitário da UJS –Carioca.

O próximo passo da UJS -Cidade de Deus será montar seu planejamento de atuação até julho.“A UJS –Cidade de Deus precisa ser de fato um espaço de camaradagem revolucionária, o modo como nos relacionamos é um item que tende a atrair muitos jovens“, diz Marcos Vinícius Pires, novo presidente do núcleo e vocalista da banda de rapcore Lamarca.


Fonte: UJS –Cidade de Deus

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Fragilidades que movem e encorajam o sexo “forte”

Por: Ana Paula Souto

Não é mais o sonho de toda mulher, mas um dia foi e ainda existem muitas, ávidas por realizar: a maternidade. De fato, são tantas as razões para não tê-los que a gente quase se convence de que foi mesmo uma loucura ter ido dormir sem tomar o “bendito” anticoncepcional. Mas é por muito pouco tempo, fração de segundo justificada pela lindeza de dois menininhos que hoje me tomam mais que o tempo, a própria vida. Não tem preço e nem medida. É o maior amor que já pode ser experimentado entre duas (três, no meu caso) pessoas, sem dúvidas. O planejamento foi aquele que já é conhecido: “bem, já que estou, vamos esperar que no fim tudo dê certo.” E sabe que dá mesmo?! Analisando com mais calma ou menos aflição (pós dois testes positivos em anos consecutivos), já não me queixo não ter projetado tanto a idéia de filhos por razões muito simples: nunca se está preparado psicologicamente para tê-los, não haverá “brecha” na vida profissional para eles (sempre se quer mais e mais degraus) e, sobretudo nunca se tem a grana suficiente para comprar tudo o que julgamos que mereçam ou precisem.

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Esse sistema maldito faz as coisas “direitinho”. Impõe que você trabalhe muito e seja bastante promovido para que não lhes falte nada – assim lá se vai todo o tempo do seu dia; produz nos rebentos desejos compráveis e insaciáveis e o gran finale: a junção dos anteriores - te faz sentir uma “porcaria” por, além de não ter tempo para seus filhos, não conseguir dar a eles o que merecem. Não há psique que resista a tal combinação, acreditem.

Às margens do encerramento de minha licença maternidade¹ os acontecimentos na sociedade e suas implicações no fator “ser mãe” me levam às reflexões e associações mais tenebrosas. Curiosamente, não desanimam. Na realidade, dão conta de justificar a força da mulher brasileira: mãe, trabalhadora o quanto suporta, presente da maneira que consegue, educadora como e quando é possível, provedora do lar. Movidas por um imenso amor, quantas são àquelas que se obrigam a abandonar em sofrimento seus filhos nas piores creches ou mesmo nas mãos da profissional que conseguem pagar, bem barato. Não é uma contradição! É por amor sim, de não permitir que seus filhos morram de fome se não trabalham e brigar com traficante para que as “benesses” do crime não os levem na falta de oportunidades.

Hoje percebo que o afeto tem diferentes roupagens e que uma avaliação precipitada sobre os rumos/razões da juventude pobre, pode gerar a reprodução de um modelo asqueroso da classificação e justificativa. A culpa fatalmente recairá sobre certo alguém² que quase nunca estará presente há tempo e há hora, como se diz. Não se pode se ater aos fatos sem olhar para dentro deles. E isso é o que trago em mim, nesses quase 20 dias que me restam para estar com meus “príncipes” exclusivamente, antes de entregá-los numa creche a graduadas profissionais em educação e que terá muito mais do que a maioria da classe trabalhadora poderia pagar, já que a tranqüilidade é um “bem” e está a venda, custando caro no Rio de Janeiro. E por me dar conta de que Educação é presença, principalmente, acho que meu grande embate vai sendo desvelado, bem como a manutenção de uma realidade que não quero para os meus filhos. Também acredito que eles merecem muito mais. E haverá empenho quanto puder para fazê-los homens de luta, de reflexão e resistência, pulso firme e muito amor. Com o tempo que tiver, haverá todo o empenho!

¹ na lei, a licença para ser mãe é de 4 meses, 120 “voadores” dias e, certamente nunca mais haverá oportunidade de tempo como essa entre filho e mãe.

² a pessoa que cumpre o papel de educar, que não necessariamente a progenitora.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Estudantes do Rio querem frente parlamentar pela meia-passagem


Os estudantes universitários do Rio foram surpreendidos pelo arquivamento do projeto da meia-passagem, no fim de dezembro. A União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ) quer agora criar uma frente parlamentar para aprovação do projeto.

A meia passagem foi uma promessa do então candidato Eduardo Paes. Em 2009, os estudantes realizaram diversas atividades em frente às universidades para ganhar apoio ao projeto, mais tarde construído em conjunto com a UEE-RJ.

O projeto foi arquivado por seis comissões da Câmara, o que foi ratificado pelo presidente da Casa, vereador Jorge Felippe. Para os vereadores o assunto não compete ao município.

"O que é estranho é como esse projeto do executivo tem um andamento desses na Câmara. O compromisso foi assumido pelo prefeito. Nós queremos o empenho dele", criticou Flávia Calé, presidente da UEE-RJ.

Segundo ela, a UEE recebeu com muita revolta o arquivamento do projeto. “Foi uma promessa de campanha do prefeito Eduardo Paes. Não houve debate no plenário, não houve audiência pública e a sociedade não conhece o projeto”, disparou Calé.

Mobilização

A União Estadual dos Estudantes (UEE) do Rio se mobiliza agora para montar uma frente parlamentar em defesa do projeto. Flávia Calé informou que já conseguiu o apoio dos vereadores Roberto Monteiro (PCdoB), Paulo Pinheiro (PPS), Reimont (PT) e Clarissa Garotinho (PR). Segundo ela, a meta é reunir com os outros membros da Casa para ampliar o apoio.

Junto com a criação da Frente Parlamentar, a UEE promete percorrer as universidades para realizar manifestações como forma de pressionar o prefeito e a Câmara. “A partir de agora é mobilização para garantir que o projeto volte para a Câmara”, definiu Calé.

O projeto de lei 492/2009 institui a meia passagem em transportes públicos municipais para estudantes universitários das redes pública e privada.