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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Núcleo da Cidade de Deus participa da Feira da Saúde do Bairro



Neste domingo dia 23 de agosto de 9 horas na Praça do Lazer da Cidade de Deus a IV Feira da Saúde em Cidade de Deus, idealizada pela Paróquia Pai Eterno e executada com a parceria de vários grupos e instituições, de dentro e também externas à comunidade, a destacar-se: SESC NACIONAL, FARMANGUINHOS, CRUZ VERMELHA, LAMSA, entre outros. Diversos temas foram abordados, dentre eles a questão do lixo, prevenção às DST’s, esclarecimentos sobre doenças como: a gripe H1N1, tuberculose, hanseníase. Entre outros espaços, houve tendas com verificação de pressão arterial, escovação dentária, e demais atividades, que envolveram desde o público infantil até o adulto. A UJS –Cidade de Deus desenvolveu o tema Políticas Públicas de Saúde, e convidou o professor Paulo César Oliveira, do Conselho Municipal e Estadual de saúde e diretor da FAMERJ –Federação das Associações de Moradores do Rio de Janeiro, que fez uma abordagem sobre o tema no palco. Houve ainda por parte da União da Juventude Socialista uma apresentação de rap, com MC Mingau, um cantor da comunidade.

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A Feira foi um importante evento tanto para a comunidade, que contou com diversos serviços e informações, quanto para a UJS, que, como foi fundada na Cidade de Deus recentemente, teve sua oportunidade de demonstrar um trabalho na área de saúde, uma das áreas de atuação da União da Juventude Socialista, que durante várias semanas se dedicou a produzir, além dos materiais relativo a Política Pública de Saúde, um vídeo no qual os moradores da Cidade de Deus expunham seus pontos de vista com relação ao funcionamento do Centro Municipal de Saúde Hamilton Dr. H. Land. A UJS procurou acima de tudo ouvir as pessoas e suas queixas. Todos pareciam esboçar algo em comum: queriam que o poder público as ouvisse e desse um serviço digno. O povo pede um serviço de saúde mais eficiente, mais rápido, uma vez que em mais de 70% das entrevistas as pessoas afirmaram que o serviço do Posto de saúde é lento, ou seja, uma pessoa consegue ser consultada depois de esperar por cerca de três meses. As pessoas também reclamaram nas entrevistas da falta de um serviço de qualidade, um direito de todo ser humano: “Nós temos direito a um atendimento de qualidade... Não temos a quem recorrer”. “Eu já tive de pagar quase duzentos reais num exame. Isso para uma família que ganha só um salário mínimo... Não tem condições”.
Durante as semanas que precederam a feira foi feita uma pesquisa na Cidade de Deus, onde as pessoas qualificavam o atendimento de saúde, no caso da comunidade, o Centro Municipal de Saúde H. Land em bom, regular ou ruim. Resultado: 25,42 % consideraram bom o atendimento, 40,67 % regular e 33,89 % consideraram o atendimento ruim. Com algumas destas pessoas foi feita entrevista, a qual foi filmada para exibição na feira da saúde.
Uma coisa se conclui: Foi dado um importante passo para a mudança de parte deste sistema. Um passo foi dado e um após o outro vai se caminhando.
Com isto a UJS-Cidade de Deus pretende se firmar na comunidade como um interventor social, abrindo os olhos de todos para os problemas que estão evidentes, não só na área da saúde, mas em todas. Dar voz a quem não tem e ouvir quem grita, inconformado com uma realidade que já dura quase quarenta anos em Cidade de Deus.

Governo do Rio de Janeiro convoca Conferência de Comunicação


O Rio de Janeiro receberá a 1ª Conferência Estadual de Comunicação (CONECOM) de 30 de outubro a 1° de novembro. No dia 24, o governador Sérgio Cabral assinou o decreto convocando a conferência, que deve acontecer na Uerj.

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Coordenado pela Subsecretaria de Comunicação Social, órgão vinculado à Casa Civil, o evento foi publicado na edição do dia 26 do Diário Oficial. O ato da assinatura foi acompanhando pela Comissão Rio Pró-conferência, formada por entidades do movimento social, e a deputada federal Cida Diogo (PT). "Estarei presente na abertura da conferência", disse Cabral.

A 1ª Conferência Estadual de Comunicação do Rio será presidida pelo subsecretário de Comunicação Social, Ricardo Cota, que poderá indicar um representante caso ocorra eventuais impedimentos. O encontro contará ainda com a participação de delegados representantes da sociedade civil, eleitos em conferências regionais, e delegados do Poder Público.

A comissão organizadora, que terá como principal objetivo elaborar um regimento para a realização do evento, será instituída por meio de portaria do subsecretário Ricardo Cota.

O regimento, com os detalhes sobre a organização e o funcionamento da conferência nas etapas por regiões, será publicado mediante resolução do secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Após 16 anos, Record compra direitos de filme-bomba sobre a Globo

A TV Record acaba de fazer uma aquisição poderosa, ao comprar o explosivo documentário Muito Além do Cidadão Kane (Beyond Citizen Kane). Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, o filme é um contundente libelo contra a TV Globo e a família Marinho.
Embora só tenha fechado o negócio nesta semana, a Record já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo a Folha Online, o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo.

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Desde a semana passada — quando Globo e Record começaram a se atracar em rede nacional —, o nome da produção voltou à baila. A Record já vinha veiculando trechos do documentário em seus telejornais noturnos antes da aquisição. O filme chegou a ser citado, por exemplo, no Repórter Record de domingo (16).

No entanto, quase tudo o que se diz sobre Muito Além do Cidadão Kane — de sua suposta proibição à autoria do trabalho — é equivocado. O documentário mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil — daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em Cidadão Kane (1941).

Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo desta semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.

Mesmo legendado de forma capenga, o documentário circulava em VHS e se transformou num "hit" no país — antes de a internet ser o que é hoje. Custou cerca de US$ 260 mil (cerca de R$ 445 mil) à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios.

A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão. Diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar, a BBC nunca teve ligação nenhuma com a produção. Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o Big Brother, também carro-chefe da Globo.

Bastidores

Em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada em fevereiro do ano passado, Ellis revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 — a primeira para engavetá-lo, a segunda pare exibi-lo. Ainda segundo Ellis, o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira.

"A igreja (Universal do Reino de Deus) já tinha uma filial em Londres naquela época (começo dos anos 90). Mas percebeu que haveria uma disputa judicial com a TV Globo a respeito das muitas imagens retiradas da programação deles. Então decidiu não comprá-lo", relatou o produtor. Agora, a Record pode se concentrar em exibir os trechos "autorais" do filme — ou seja, limar as imagens da TV Globo e focar nos relatos e entrevistas.

Políticos como Leonel Brizola (1922-2004), Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) e Luiz Inácio Lula da Silva — apresentado então como líder sindical — falam sobre a emissora carioca no filme. “Nada se faz (no Brasil) sem consultar o dr. Roberto Marinho. É assustador", acusa o cantor e compositor Chico Buarque, no início da fita.


Da Redação, com informações da Folha Online

Leia também: Azenha ataca a Globo: os Marinho são “fiadores da harmonia”?

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

REUNIÃO DOS JOVENS COMUNISTAS

REUNIÃO DOS JOVENS COMUNISTAS (E SIMPATIZANTES)
PARA DEBATER SOBRE O CONGRESSO DO PCdoB E O NOVO PROGRAMA SOCIALISTA !!!!!
QUANDO: QUINTA-FEIRA (DIA 20/08)
ONDE: SEDE DO PARTIDO NO LARGO DO SÃO FRANCISCO- EM CIMA DA PAPELARIA KALUNGA 11° ANDAR
HORA: 17:30H
OBS: A REUNIÃO É ABERTA A TODOS OS FILIADOS, MILITANTES, SIMPATIZANTES E AFINS....



terça-feira, 11 de agosto de 2009

Vale-cultura: o que vale?

*Por Geovane Barone
No dia 24 de Julho de 2009, o presidente operário da República Federativa do Brasil anunciou que enviaria para o Congresso Nacional o projeto de lei do "Vale-Cultura", que destinará R$ 50,00 em forma de cartão magnético (valor ainda pode ser alterado
devido aos questionamentos da classe artítica para aumentar o benefício) para trabalhadores e trabalhadoras que ganham até cinco salários mínimos.Isto significa que o povo poderá escolher se quer ir ao teatro,ao cinema, ao espetáculo de dança, à exposição, ao show, e/ou se quer comprar livro,cd,dvd. As empressas que aderirem ao programa terão direito a deduzir até 1% do imposto de renda. Mas o que vale e quanto vale esta proposta?

"Nunca antes neste país" vimos tamanha preocupação com a valorização da cultura. Historicamente, a cultura brasileira foi tratada sempre como sinônimo de arte e entretenimento. Tanto que a principal fonte de financiamento dos governos anteriores era a obsoleta Lei Rouanet (agora já em processo de reformulação). Depois da primeira eleição de Lula e do convite que o mesmo fez ao músico Gilberto Gil para ocupar o Ministério da Cultura, percebemos uma mudança deste quadro. Mais editais abertos , programas de valorização da cultura nacional, fortalecimento da FUNARTE e do IPHAN, seminários, debates e diálogo constante com artistas, trabalhadores da cultura, movimentos sociais e empresários do setor para a construção de uma Plano Nacional de Cultura, criação dos pontos de cultura e do programa Mais Cultura, representando investimento público direto do Estado para o setor cultural.A Cultura é entendida agora em três eixos: na sua dimensão simbólica,cidadã e econômica.

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Como bem anunciou o atual ministro da Cultura, Juca Ferreira, em recente artigo para o jornal Folha de São Paulo: "No governo Lula, o princípio é tratar a cultura como um patrimônio produzido por uma sociedade diversa e dinâmica, e ainda desigual: trata-se de considerar a política cultural brasileira como parte fundamental da realização de um país justo e republicano e, nesse sentido, disponibilizar recursos com critério, transparência e metas controladas pela sociedade."Segundo ele ainda: "Apenas 13% dos brasileiros vão ao cinema uma vez por ano; 92% nunca visitaram um museu; só 17% compram livros; 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança; mais de 75% dos municípios não têm centros culturais, museus, teatros, cinemas ou espaço cultural multiuso."O vale-cultura pretende diminuir esta desiguldade e reforçar o acesso aos bens culturais como direito básico de todo cidadão. Assim como são básicos o direito ao transporte e alimentação.A medida poderá injetar R$600 milhões por mês, ou seja, 7,2 bilhões anuais.

Porém, setores que lucravam demasiadamente com a cultura sem esta preocupação "secundária," juntamente com o Partido da Imprensa Golpista (PIG), denunciam o programa como eleitoreiro e assistencialista. Ou seja, relatam o fato fora de seu contexto. Incomoda tanta democratização, incomoda aos membros da "cultura elitizada e culta" tantos programas para a valorização da cultura popular. Incomoda ter um presidente formado no sindicato e na militância política, não fequentador das academias brasileiras - acusam-no de analfabeto, diem que ele não ler livros. O conhecimento só é válido se aprendido nos padrões da cultura burguesa,não é? é uma pinóia! e Paulo Freire? os pontos de cultura estão aí para comprovar isso.

Demostrada o que vale e o quanto vale a nova proposta do governo, feita em parceria com a sociedade civil e os argumentos de seus inimigos, temos que agora pressionar o governo, ficar de olho e cobrar dos nossos parlamentares para aproverem esta iniciativa que beneficiará tão somente a população brasileira e contribuirá para o novo projeto nacional de desenvolvimento que passa pelo fortalecimento de nossa cultura. Pois como dizia Monteiro Lobato: "uma nação se faz com homens e com livros" e acrescento que estes podem ser verbais e não verbais