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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Reserva de Vagas - Consuni UFRJ


A UFRJ adotará ações afirmativas, para facilitar o ingresso de estudantes de baixa renda familiar e oriundos do sistema público de ensino, em seu concurso de acesso aos cursos de graduação, já para o ano de 2011. A proposta, que foi aprovada na reunião do Conselho Universitário (Consuni) desta quinta-feira, 12 de agosto, prevê ainda a manutenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), como uma das formas de acesso, e a adesão da universidade ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU).

No entanto, questões mais específicas, como o percentual de vagas destinadas ao novo regime de acesso e a política de assistência estudantil necessária para a permanência dos estudantes de baixa renda, não obtiveram consenso e serão deliberadas em sessão extraordinária do Consuni, no dia 19 de agosto.


A proposta original, encaminhada pela Reitoria, previa que 50% das vagas da UFRJ seriam distribuídas de acordo com o SiSU e as notas do Enem, sendo a metade restante ofertada em uma prova discursiva, seguindo o modelo tradicional de avaliação da UFRJ. Dentre as vagas do Enem, 20% seriam destinadas e estudantes do sistema público de ensino e com renda familiar per capita inferior a um salário mínimo e meio, perfazendo 10% do total de vagas.


Marcello Corrêa e Castro, representante do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), seguindo a decisão do colegiado de sua decania, defendeu que essa oferta de vagas fosse ampliada para 20% do total ofertado pela universidade. Ambas as propostas foram consideradas tímidas pelos conselheiros discentes e técnico-administrativos, que exortaram o Conselho para que aprovasse a destinação de 50% das vagas para cotas sociais.


Antes que os conselheiros iniciassem o debate, a presidente da Comissão de Acesso do Conselho de Ensino em Graduação (CEG), Ana Maria Ribeiro, apresentou o panorama do acesso à graduação no país e na UFRJ, de maneira mais específica. Quase 74 mil estudantes se inscreveram no concurso de acesso à UFRJ de 2010. No entanto, 52% dos candidatos se concentraram em apenas sete das 116 opções de cursos de graduação da universidade.


Quatro em cada cinco pessoas que concluem o ensino médio no Rio de Janeiro, o fazem na rede pública de ensino, no entanto 54% dos inscritos no concurso da UFRJ são estudantes de escolas particulares, o que indica que muitos estudantes da rede pública não tentam ingressar na universidade, mesmo com a gratuidade do último exame. Apenas 6,29% dos estudantes da rede estadual de ensino conseguiram ser aprovados no último concurso de acesso à graduação na UFRJ, face a 12,32% daqueles oriundos de escolas particulares e 17,31% da rede pública federal de ensino médio.


Esse bom aproveitamento das escolas federais levou o professor Marcelo Paixão, representante do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) a propor que as cotas sejam restritas às escolas estaduais, que possuem menor índice de aprovação. Segundo Paixão, 20% dos estudantes da UFRJ já atendem ao perfil proposto pela Reitoria para as cotas sociais, portanto, em sua visão, instituir cotas inferiores ou mesmo equivalentes a 20% do total de vagas da universidade não surtiria qualquer efeito na democratização do acesso.


O professor Marcos Cavalcanti, representante do Centro de Tecnologia (CT), argumentou que o critério proposto para o recorte por renda familiar deveria ser revisto. De acordo com Cavalcanti, apenas os 10% mais ricos do país têm renda familiar per capita acima de um salário-mínimo e meio. Segundo dados do professor, a renda que realmente divide o país é de 300 reais per capita. Metade dos brasileiros teria renda inferior a esse limite e a outra metade superior.


O reitor Aloisio Teixeira enfatizou que a proposta discutida terá caráter experimental, sendo adotada em 2011 e ensejando debates posteriores mais profundos. O reitor destacou que, mesmo que a universidade como um todo tenha um percentual superior a 10% de estudantes dentro do perfil proposto, isso não se dá em cursos como Medicina e Direito, nos quais a adoção desse percentual já seria uma medida claramente democratizante.A UFRJ adotará ações afirmativas, para facilitar o ingresso de estudantes de baixa renda familiar e oriundos do sistema público de ensino, em seu concurso de acesso aos cursos de graduação, já para o ano de 2011. A proposta, que foi aprovada na reunião do Conselho Universitário (Consuni) desta quinta-feira, 12 de agosto, prevê ainda a manutenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), como uma das formas de acesso, e a adesão da universidade ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU).


No entanto, questões mais específicas, como o percentual de vagas destinadas ao novo regime de acesso e a política de assistência estudantil necessária para a permanência dos estudantes de baixa renda, não obtiveram consenso e serão deliberadas em sessão extraordinária do Consuni, no dia 19 de agosto.


A proposta original, encaminhada pela Reitoria, previa que 50% das vagas da UFRJ seriam distribuídas de acordo com o SiSU e as notas do Enem, sendo a metade restante ofertada em uma prova discursiva, seguindo o modelo tradicional de avaliação da UFRJ. Dentre as vagas do Enem, 20% seriam destinadas e estudantes do sistema público de ensino e com renda familiar per capita inferior a um salário mínimo e meio, perfazendo 10% do total de vagas.


Marcello Corrêa e Castro, representante do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), seguindo a decisão do colegiado de sua decania, defendeu que essa oferta de vagas fosse ampliada para 20% do total ofertado pela universidade. Ambas as propostas foram consideradas tímidas pelos conselheiros discentes e técnico-administrativos, que exortaram o Conselho para que aprovasse a destinação de 50% das vagas para cotas sociais.


Antes que os conselheiros iniciassem o debate, a presidente da Comissão de Acesso do Conselho de Ensino em Graduação (CEG), Ana Maria Ribeiro, apresentou o panorama do acesso à graduação no país e na UFRJ, de maneira mais específica. Quase 74 mil estudantes se inscreveram no concurso de acesso à UFRJ de 2010. No entanto, 52% dos candidatos se concentraram em apenas sete das 116 opções de cursos de graduação da universidade.


Quatro em cada cinco pessoas que concluem o ensino médio no Rio de Janeiro, o fazem na rede pública de ensino, no entanto 54% dos inscritos no concurso da UFRJ são estudantes de escolas particulares, o que indica que muitos estudantes da rede pública não tentam ingressar na universidade, mesmo com a gratuidade do último exame. Apenas 6,29% dos estudantes da rede estadual de ensino conseguiram ser aprovados no último concurso de acesso à graduação na UFRJ, face a 12,32% daqueles oriundos de escolas particulares e 17,31% da rede pública federal de ensino médio.


Esse bom aproveitamento das escolas federais levou o professor Marcelo Paixão, representante do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) a propor que as cotas sejam restritas às escolas estaduais, que possuem menor índice de aprovação. Segundo Paixão, 20% dos estudantes da UFRJ já atendem ao perfil proposto pela Reitoria para as cotas sociais, portanto, em sua visão, instituir cotas inferiores ou mesmo equivalentes a 20% do total de vagas da universidade não surtiria qualquer efeito na democratização do acesso.


O professor Marcos Cavalcanti, representante do Centro de Tecnologia (CT), argumentou que o critério proposto para o recorte por renda familiar deveria ser revisto. De acordo com Cavalcanti, apenas os 10% mais ricos do país têm renda familiar per capita acima de um salário-mínimo e meio. Segundo dados do professor, a renda que realmente divide o país é de 300 reais per capita. Metade dos brasileiros teria renda inferior a esse limite e a outra metade superior.


O reitor Aloisio Teixeira enfatizou que a proposta discutida terá caráter experimental, sendo adotada em 2011 e ensejando debates posteriores mais profundos. O reitor destacou que, mesmo que a universidade como um todo tenha um percentual superior a 10% de estudantes dentro do perfil proposto, isso não se dá em cursos como Medicina e Direito, nos quais a adoção desse percentual já seria uma medida claramente democratizante.A UFRJ adotará ações afirmativas, para facilitar o ingresso de estudantes de baixa renda familiar e oriundos do sistema público de ensino, em seu concurso de acesso aos cursos de graduação, já para o ano de 2011. A proposta, que foi aprovada na reunião do Conselho Universitário (Consuni) desta quinta-feira, 12 de agosto, prevê ainda a manutenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), como uma das formas de acesso, e a adesão da universidade ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU).


No entanto, questões mais específicas, como o percentual de vagas destinadas ao novo regime de acesso e a política de assistência estudantil necessária para a permanência dos estudantes de baixa renda, não obtiveram consenso e serão deliberadas em sessão extraordinária do Consuni, no dia 19 de agosto.


A proposta original, encaminhada pela Reitoria, previa que 50% das vagas da UFRJ seriam distribuídas de acordo com o SiSU e as notas do Enem, sendo a metade restante ofertada em uma prova discursiva, seguindo o modelo tradicional de avaliação da UFRJ. Dentre as vagas do Enem, 20% seriam destinadas e estudantes do sistema público de ensino e com renda familiar per capita inferior a um salário mínimo e meio, perfazendo 10% do total de vagas.


Marcello Corrêa e Castro, representante do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), seguindo a decisão do colegiado de sua decania, defendeu que essa oferta de vagas fosse ampliada para 20% do total ofertado pela universidade. Ambas as propostas foram consideradas tímidas pelos conselheiros discentes e técnico-administrativos, que exortaram o Conselho para que aprovasse a destinação de 50% das vagas para cotas sociais.


Antes que os conselheiros iniciassem o debate, a presidente da Comissão de Acesso do Conselho de Ensino em Graduação (CEG), Ana Maria Ribeiro, apresentou o panorama do acesso à graduação no país e na UFRJ, de maneira mais específica. Quase 74 mil estudantes se inscreveram no concurso de acesso à UFRJ de 2010. No entanto, 52% dos candidatos se concentraram em apenas sete das 116 opções de cursos de graduação da universidade.


Quatro em cada cinco pessoas que concluem o ensino médio no Rio de Janeiro, o fazem na rede pública de ensino, no entanto 54% dos inscritos no concurso da UFRJ são estudantes de escolas particulares, o que indica que muitos estudantes da rede pública não tentam ingressar na universidade, mesmo com a gratuidade do último exame. Apenas 6,29% dos estudantes da rede estadual de ensino conseguiram ser aprovados no último concurso de acesso à graduação na UFRJ, face a 12,32% daqueles oriundos de escolas particulares e 17,31% da rede pública federal de ensino médio.


Esse bom aproveitamento das escolas federais levou o professor Marcelo Paixão, representante do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) a propor que as cotas sejam restritas às escolas estaduais, que possuem menor índice de aprovação. Segundo Paixão, 20% dos estudantes da UFRJ já atendem ao perfil proposto pela Reitoria para as cotas sociais, portanto, em sua visão, instituir cotas inferiores ou mesmo equivalentes a 20% do total de vagas da universidade não surtiria qualquer efeito na democratização do acesso.


O professor Marcos Cavalcanti, representante do Centro de Tecnologia (CT), argumentou que o critério proposto para o recorte por renda familiar deveria ser revisto. De acordo com Cavalcanti, apenas os 10% mais ricos do país têm renda familiar per capita acima de um salário-mínimo e meio. Segundo dados do professor, a renda que realmente divide o país é de 300 reais per capita. Metade dos brasileiros teria renda inferior a esse limite e a outra metade superior.


O reitor Aloisio Teixeira enfatizou que a proposta discutida terá caráter experimental, sendo adotada em 2011 e ensejando debates posteriores mais profundos. O reitor destacou que, mesmo que a universidade como um todo tenha um percentual superior a 10% de estudantes dentro do perfil proposto, isso não se dá em cursos como Medicina e Direito, nos quais a adoção desse percentual já seria uma medida claramente democratizante.



fonte:


site da UFRJ


http://www.ufrj.br/

terça-feira, 1 de junho de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Secundaristas do Rio elegem nova presidente da AMES

Cerca de 400 estudantes, entre delegados e observadores, participaram no dia 8 do congresso da Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas do Rio (AMES). Sofia Oliveira, de 17 anos, membro da UJS, foi eleita a nova presidente da entidade.

O congresso aconteceu no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ), onde estuda Sofia, que foi eleita em chapa única (UJS, JSPDT, JSB, PPL e correntes do PT).

O congresso começou pela manhã com a realização de oficinas e debates em grupos. Na parte da tarde aconteceu um ato político, que reuniu o deputado estadual Alessandro Molon (PT), o vereador Roberto Monteiro (PCdoB), Miguel (diretor do Cefet), José Carlos Madureira (diretor do Sepe), Igor Bruno (ex-presidente da AMES e ex-coordenador de Juventude da Prefeitura do Rio) e André (representante do Sinpro).

O congresso teve entre os temas principais a reformulação do ensino básico e a luta para garantir a destinação de 50% dos recursos do pré-sal para a educação.

Para o secretário de Juventude do PCdoB-Rio, Roberto Nunes, o congresso da AMES teve como mérito a consolidação da entidade, objetivo que vinha sendo buscado desde 2006, para agora ampliar mais, chegando a mais colégios do Rio.

*Marcos Pereira (Alerta Rio)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Entidades secundaristas lançam campanha pelo voto aos 16 anos


Nesta sexta-feira (26), às 13h, a UBES, a UEES-RJ e a Coordenadoria de Juventude do Rio lançam no Rio de Janeiro a campanha “Se Liga 16! 2010 é a nossa vez”, no plenário da Alerj, que apóia a iniciativa, junto com a OAB- Jovem do estado.

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O ato, que será coordenado pelo presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB), contará com as participações do deputado federal Edmilson Valentim (PCdoB-RJ), que aprovou a emenda do voto aos 16 anos na Constituinte 1988, e do coordenador de Juventude do Rio, Igor bruno.

A campanha pretende conscientizar os jovens da importância do voto e da participação política. Segundo a presidente da União dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro (UEES-RJ), Gabriela Venâncio, “é preciso mostrar que a juventude não está alienada deste processo e pode apresentar um projeto para o Estado do Rio e para o País, e o voto é a forma de participação”.

As entidades secundaristas levarão a campanha pelas escolas, onde cada estudante poderá utilizar o laboratório de informática para solicitar o título eleitoral pela internet, a grande novidade desta eleição. Basta acessar a página do Tribunal Superior Eleitoral (www.tse.gov.br) e clicar em Título NET, depois buscar no cartório da cidade.

quarta-feira, 24 de março de 2010

UJS-Recreio sua primeira confraternização


domingo, 21 de março de 2010

Boa conversa, praia e tranqüilidade. Assim aconteceu a primeira confraternização do núcleo da União da Juventude Socialista do Recreio, que começou por volta das 22h30min, quando os jovens revolucionários da UJS se reuniram na praia do Recreio, na altura do posto nove, e em clima de muita camaradagem, iniciaram a confraternização, que, além de outras coisas, teve por objetivo reunir filiados à UJS ligados ao movimento comunitário.

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Iniciou-se com um ligeiro atraso devido a alguns pequenos problemas na compra de gelo e carvão. Mas timidamente os jovens foram chegando e marcando seu espaço na areia da praia. O luau contou também com amigos convidados dos integrantes da UJS, o que contribuiu para uma maior divulgação dos ideais socialistas. E neste clima de diversão o luau avançou noite adentro, terminando por volta de sete da manhã de domingo, quando os jovens foram embora.

”Tivemos a idéia de realizar o luau tanto visualizando captação de pessoas para a UJS-Recreio quanto a troca com outros núcleos, como o da Cidade de Deus”, declarou Welton Figueiredo, presidente do núcleo do Recreio.

A fundação da UJS-Recreio aconteceu no dia 28 de fevereiro de 2010, e desde então muito se tem pensado acerca de uma confraternização, onde se pudessem reunir jovens com intuito de uma troca de experiências, e isto se deu no luau, onde, além de diversão em si, proporcionada pelo banho de mar e roda de conversa, teve esta importante troca. Para a UJS-Recreio foi uma grande oportunidade de aprendizado, uma vez que seus jovens tiveram contacto com outros jovens um pouco mais experientes com relação a questão comunitária.

De tudo um pouco: diversão, política e cultura. Ao que tudo indica este é só um começo, muitos outros virão ainda, e planos para os próximos, como ampliar o leque para participação de outros núcleos da UJS.

‘’Excelente atividade para o objetivo de atrair mais jovens para o movimento comunitário. É preciso mostrar que a UJS reúne política à jovialidade.”, disse Roberto Nunes, presidente da UJS –Carioca

segunda-feira, 22 de março de 2010

Pela Meia-Passagem Universitária e contra as retrições do Passe-livre


A UNE, UBES, UEE/RJ, UEES/RJ e a AMES Rio, historicamente têm se mobilizado em defesa dos interesses nacionais, da educação e da superação das desigualdades do povo brasileiro.
Dia 23/03
11 horas
Candelária -cento

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Esse ano não será diferente! O anuncio da existência de petroleo em águas profundas da costa brasileira está mobilizando diversos setores da sociedade. Iremos as ruas exigir que metade de todos os recursos que serão destinados ao fundo social, que será criado pela União, seja aplicado na educação do país, permitindo a melhoria da qualidade das escolas e mais vagas nas universidades públicas e escolas tecnicas.

Precisamos ainda, com os ataques e restrições que tem sofrido o passe-livre dos estudantes secundarista, fazer a discussão acerca do sistema de transporte da cidade do Rio de Janeiro.Queremosa melhoria da qualidade dos transportes públicos e a garantia do direito adquirido dos estudantes. Sem esquecer também da luta pela Meia-Passagem dos Universitários!Essa é uma promessa de campanha feita pelo prefeito. O projeto para criar a Meia-Passagem chegou a ser enviado para câmara dos Vereadores, mas em poucos dias foi arquivado. Promessa é divida e vamos as ruas cobrar!

Participe e entre para a historia da juventude que mudou o Brasil