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terça-feira, 6 de setembro de 2011


SÓ OCUPAR NÃO BASTA

 
A UPP tem cumprido o papel de pacificar as comunidades, remover o poderio bélico do Estado paralelo e por fim a uma estrutura clandestina de justiça construída em cima de domínio territorial, econômico e social pelo tráfico.

Mas a UPP não é acompanhada de uma política de assistência a comunidade quanto ao saneamento básico, a melhores condições de acesso e qualidade da educação oferecida pelo Estado na região, saúde pública que atenda de fato a comunidade que dela precisa. Logo desgastes como o da CDD, Complexo do Alemão e São Carlos vêem ocorrendo com cada vez maior freqüência e agravantes.

Vila Kennedy é o retrato da migração do tráfico, do seu arsenal de fogo e da necessidade do domínio de novas áreas pelas facções criminosas hegemônicas no Rio atingidas em especial na zona sul e grande tijuca, a violência e sua destruição está sendo transportada e não tratada como deve. Afastar a pobreza e o “crime” do centro urbano não trará paz a comunidade Carioca e Fluminense. 

A UPP precisa urgentemente estar aliada á um projeto de reforma urbana que garanta a permanência das comunidades sem o incentivo a especulação imobiliária local e a estruturação das comunidades para que elas possam de fato se integrar a cidade como um todo, e uma política publica de segurança para que o tráfico não apenas migre, mas sim seja combatido de forma eficiente.

Caio Bayma
Estudante da UERJ

 Ocupação da Reitoria da UFF, essa luta nos une!



Somos a UJS, União da Juventude Socialista, que esteve a frente da Chapa 3 - Reinventar (Oposição), nas ultimas eleições de DCE. 
 
Após as polêmicas eleições de DCE dividirem as opiniões dos estudantes, a UFF vive um novo capítulo de suas lutas estudantis, um momento em que nos unimos por um bem comum: derrotar os que em nome de interesses privados querem destruir a democracia universitária.

No dia 31/08, centenas de estudantes ocuparam a reitoria em uma Manifestação pacífica contra a construção imposta da Via Orla e da Via 100 no campus do Gragoatá, e lá permaneceram. É um ato de protesto contra um obscuro acordo entre a Reitoria da UFF e a prefeitura de Niterói, que pretendem ceder espaço da universidade para a construção destas duas vias de trânsito. Elas passariam por dentro do Gragoatá, inclusive demolindo parte da Creche Universitária, e forçando a remoção de uma comunidade carente que está em terreno da UFF. Esta decisão que afeta a vida cotidiana de milhares de pessoas, e é tomada sem qualquer discussão aberta à comunidade.

Nos perguntamos: por que a reitoria tem tanta pressa de construir as vias, e não tem a mesma pressa para cobrar que as empreiteiras que até hoje não entregaram os prédios com novas salas de aula? Todas as obras estão atrasadas, tanto no gragoatá, tanto na praia vermelha, tanto nem cidades do como Campos, Pádua, Rio das Ostras, etc. Quanto à prefeitura, Nos perguntamos: Se até agora o Prefeito Jorge Roberto não garantiu moradia aos desabrigados das chuvas, de um ano atrás, o que será da comunidade desalojada do Gragoatá?! Nós da UJS achamos que a construção destas vias não é solução para os problemas do transporte público de Niterói. A cidade precisa de um modelo de planejamento mais democrático, menos elitista e excludente, que combata o pesado custo de moradia e vida que há na cidade, em que se inclua transporte público de qualidade. É para as empreiteiras, as imobiliárias, e os grandes empresários envolvidos na construção do Condomínio Gragoatá Bay que as obras surgem. Este projeto existe para a valorização dos terrenos ao redor do Gragoatá, beneficiando uma pequena elite que vive de especulação imobiliária, que tem íntimas ligações com o Poder em Niterói.

As lutas da UFF são parte de lutas que ocorrem no movimento estudantil de todo o País, unindo milhares de estudantes. Acreditamos que para mudar a educação neste país, é preciso mais clareza de projeto. O Governo Dilma deve suspender imediatamente os cortes de 3 bilhões de reais que pesam sobre a educação, abaixar as taxas de juros, e abandonar a politica conservadora da macro-economia, que com a posição de manter o superávit primário, retiram 10 bilhões que poderiam ser investidos em educação. Estas são as pautas que a União Nacional dos Estudantes (UNE) defendem, e que levaram mais de 20 mil estudantes às ruas de Brasilia, e centenas de milhares de estudantes mobilizados em todo o país.


Diante da ausência de discussão, da falta de democracia, do total descompromisso com o Povo que vem se mostrando tanto na prefeitura de Jorge Roberto Silveira quanto na Reitoria de Roberto Salles, a UJS aposta no poder transformador e na capacidade de lutar dos estudantes da Ocupação Cremilda-Gutierrez. Acreditamos nesta ampla unidade do Movimento estudantil, em que deixamos de lado o que nos separa para abraçar tudo o que nos UNE. Oposição, situação, partidários, apartidários, comunistas, anarquistas, socialistas, capitalistas... somos todos ESTUDANTES, lutamos Contra Salles, Jorge, e seu projeto elitista de Universidade e Sociedade.

Por Blog UJS na Uff

domingo, 4 de setembro de 2011

1º COMEB ( Congresso Municipal de Entidades de Base)

No dia 27/08/2011, foi realizado o 1º COMEB, na Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, onde estiveram presente diversos grêmios de escolas de todos os cantos do município do Rio de Janeiro, os mesmos participaram de grupos de debates, onde foi discutido movimento estudantil, juventude, opressões e cada estudante pode dar sua opinião sobre estes temas, mostrando desta forma a cara da juventude carioca e desta forma, ajudando a consolidar e fortalecer cada vez mais, o movimento secundarista na cidade do Rio de Janeiro. Ainda contamos com a grande presença de Yann Evanovick, Presidente da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), que falou sobre a conjuntura nacional da educação e movimento estudantil. 




sexta-feira, 22 de julho de 2011

PCR se retira de debate durante fala de nosso camarada Caio Bayma



Durante fala de nosso camarada Caio Bayma - Estudante de Matemática/UERJ, no debate cujo tema era Democratização do Acesso a Universidade Pública, militantes do PCR se retiram da sala de debate.

"A esquerda ela domina e a direita ela destrói, e nas ruas ela conquista qualquer um que ela encontra, não tenho medo de morrer, revolução é pra valer, eu amo esta entidade e o nome dela eu vou dizer... UJS!"

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fatos Sociais: A UNE e o jornalismo (??) marrom de O Globo

Fatos Sociais: A UNE e o jornalismo (??) marrom de O Globo: "Saiu na capa do jornal O Globo de hoje: 'UNE faz Congresso Chapa Branca' Que jornalismo é este que deixa de lado os fatos para em..."

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sergio Cabral e a opressão aos bombeiros do Rio de Janeiro

A manhã deste sábado foi marcada por um ato covarde do governo do estado do Rio de Janeiro: como forma de conter a greve dos bombeiros, o BOPE e o Batalhão de Choque entraram em ação violentamente.

Como era de se esperar, a Rede Globo - assessoria de imprensa do governo Sergio Cabral - utilizou sua concessão pública para legitimar o ato violento do Estado.

Segue abaixo a nota divulgada pela União da Juventude Socialista em apoio aos trabalhadores do Corpo de Bombeiros do estado do Rio de Janeiro.

(Centenas de trabalhadores e familiares ocupam o Quartel dos Bombeiros)

Nota de solidariedade aos bombeiros do Rio de Janeiro

A União da Juventude Socialista (UJS) manifesta através desta nota sua solidariedade aos trabalhadores do Corpo de Bombeiros do estado do Rio de Janeiro que hoje foram atacados violentamente durante manifestação pacífica.

A greve dos bombeiros em defesa de reajuste salarial foi reprimida com tiros pelo BOPE e pelo Batalhão de Choque do Rio de Janeiro. Com total apoio do governador Sergio Cabral, a polícia utilizou mais uma vez de seu monopólio legal da violência para oprimir os trabalhadores. O próprio governador chegou a classificar os trabalhadores em greve de “irresponsáveis e vândalos”, além de anunciar que irá processá-los.

A criminalização da luta dos trabalhadores é usual no modo de produção capitalista. O ocorrido comprova à que interesses estruturais serve o Estado. A UJS, organização revolucionária da juventude brasileira, se apresenta ao lado destes trabalhadores na luta pela necessária valorização salarial. Jamais aceitaremos a naturalização da criminalização dos movimentos sociais.

A UJS manifesta também seu apoio à luta dos policiais e dos bombeiros pela aprovação da PEC 300 que garante o piso salarial nacional para estes trabalhadores. A segurança pública só será tratada como prioridade no dia em que seus principais executores, policiais e bombeiros, receberem um salário digno do trabalho que exercem.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Plenáia Municipal da UJS Carioca

Em meio a construção do Congresso da AMES a UJS Carioca realizará nesta quarta feira às 14h no Colégio Souza Aguiar, no centro do Rio mais uma plenária para aprofundar o debate rumo ao Congresso. É importante a participação de todos os nossos militantes e filiados para que cada vez mais estejamos organizados para essa grande batalha.

Data: 01/06/2011 (quarta feira)

Local: Colégio Souza Aguiar

Horário: 14h

Não deixem de ir!!!!